GRATIDÃO E CORRESPONSABILIDADE
Minha Casa, Minha Parte
Toda casa é sustentada por quem a habita. A nossa também.
Esta é uma caminhada para redescobrir, juntos, o que significa pertencer a esta Casa — e qual é a parte de cada um nela.
Não é sobre números.
É sobre pertencer.
Quando falamos em dízimo, é comum que o pensamento vá direto para valores e planilhas. Mas a Igreja nunca ensinou o dízimo dessa forma. Antes de ser uma contribuição, o dízimo é uma resposta — a resposta de um coração que reconhece tudo o que recebeu de Deus e deseja, com liberdade, devolver uma parte com gratidão.
“Minha Casa, Minha Parte” nasce desse convite: olhar para a paróquia não como um lugar que frequentamos, mas como uma Casa da qual fazemos parte — e perguntar, cada um, qual é a nossa parte nela.
Consagrar o dízimo é um gesto de fé.
Consagrar o dízimo não é pagar uma taxa, nem cumprir uma obrigação religiosa. É um ato espiritual: reconhecer que tudo o que temos vem de Deus, e devolver a Ele, através da Igreja, uma parte do que recebemos — com alegria, não com peso.
“Tudo vem de Ti, e do que é Teu te damos”
I Crônicas 29, 14
Esse gesto sustenta a vida da paróquia — as celebrações, a catequese, a assistência aos mais necessitados, a formação dos que servem — mas seu sentido mais profundo não é financeiro. É espiritual: cada dízimo consagrado é uma declaração de que Deus ocupa o primeiro lugar no coração.
O dízimo nasce da liberdade, não do dever.
“Ninguém pode servir a dois senhores.”
— Mateus 6,24“Cada um dê conforme decidiu em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.”
— 2 Coríntios 9,7
Consagrar o dízimo é escolher, todos os meses, a quem pertence o nosso coração.
Uma caminhada, não um calendário
Obrigação → Gratidão
Deixar de ver o dízimo como um dever a cumprir e passar a vê-lo como uma resposta ao que já recebemos.
Medo → Confiança
Confiar que Deus não é superado em generosidade — e que Sua providência sustenta quem se entrega.
Doação → Pertencimento
Perceber que consagrar o dízimo não é “dar algo à paróquia”, mas assumir que a paróquia também é nossa.
Individual → Corpo de Cristo
Compreender que cada dízimo consagrado sustenta uma comunidade viva — não uma instituição distante.
Perguntas que o coração faz antes de dar o passo
Preciso dar um valor fixo?
Não. O dízimo nasce da liberdade — cada um consagra conforme decidiu em seu coração, e não existe valor mínimo ou obrigatório.
Meu nome vai aparecer em algum lugar?
O nome e a imagem só aparecem se você autorizar — por exemplo, em testemunhos ou iniciativas futuras da paróquia. O que nunca é divulgado, em hipótese alguma, é o valor da sua contribuição: cada consagração do dízimo é conhecida apenas por você, por Deus e pela administração paroquial.
Como faço para consagrar o dízimo?
De três formas, como for mais simples para você: no balcão das intenções na Igreja, antes do início da Missa; presencialmente na Secretaria Paroquial; ou via PIX.
Preciso ser dizimista para participar da vida da paróquia?
Não. Consagrar o dízimo é um passo de fé, não um pré-requisito. Você já é parte desta Casa — este é apenas um convite para viver esse pertencimento de mais uma forma.
Formas de consagrar seu dízimo
Nas Missas
Antes do início da Missa, no balcão das intenções
Secretaria Paroquial
Presencialmente, em horário de atendimento
PIX
Praticidade para consagrar de onde estiver
Antes de doar, é preciso pertencer
Quero fazer parte desta Casa.
Consagre seu dízimo e caminhe conosco
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