Campanha do dízimo 2026 | Minha Casa, Minha Parte
Uma campanha para viver o dízimo como partilha de fé
A Paróquia Santa Helena e São Cura D’Ars lançou oficialmente em 04 de julho de 2026, a campanha Minha Casa, Minha Parte, um convite à comunidade para consagrar o dízimo como expressão viva de fé e pertencimento à Igreja. A iniciativa busca fortalecer o vínculo entre cada família e a paróquia, lembrando que sustentar a casa de Deus é também assumir, com alegria, a própria parte na missão evangelizadora.
O nome da campanha nasce de uma imagem simples e profunda: assim como cuidamos da nossa casa, somos chamados a cuidar também da casa que é a Igreja, comunidade de fé que acolhe, celebra e envia. Consagrar o dízimo não é cumprir uma obrigação financeira, mas reconhecer que tudo o que temos vem de Deus e a Ele deve retornar como oferta de gratidão. O Evangelho de Mateus é claro ao afirmar que ninguém pode servir a dois senhores, a Deus e às riquezas (Mt 6,24) — e é justamente essa escolha, a de colocar Deus em primeiro lugar, que a campanha deseja iluminar.
Ao longo dos próximos meses, a Paróquia Santa Helena e São Cura D’Ars promoverá momentos de formação, partilha e testemunho sobre o sentido espiritual do dízimo, ajudando os fiéis a compreender essa prática não como um peso, mas como um gesto de confiança na providência de Deus e de corresponsabilidade com a vida da comunidade. Famílias que já vivem essa entrega serão convidadas a partilhar como o dízimo transformou sua relação com a fé e com a própria paróquia.
Mais do que uma campanha de arrecadação, Minha Casa, Minha Parte quer ser um itinerário espiritual: um caminho que ajuda cada cristão a redescobrir que faz parte de algo maior do que si mesmo, e que sua contribuição — pequena ou grande — tem valor diante de Deus quando nasce do coração.
Que cada família da Paróquia Santa Helena e São Cura D’Ars possa, neste tempo, reconhecer com mais clareza sua parte na construção da Igreja, oferecendo a Deus não apenas recursos, mas também tempo, oração e disposição para servir.
Afinal, é assim que se edifica uma comunidade viva: com muitas mãos, um só coração e a certeza de que tudo pertence Àquele que tudo nos deu primeiro.
